
Nutrição esportiva para quem joga futebol: energia para aguentar os 90 minutos, recuperação entre jogos e composição corporal sem perder velocidade. Fui nutricionista do Flamengo e atendo presencial na Barra da Tijuca e online.
Um jogador percorre de 10 a 12 quilômetros numa partida, alternando caminhada, corrida e explosão. Isso gasta glicogênio, o combustível guardado no músculo, e é ele que acaba antes de tudo.
Quando o glicogênio acaba, cai a velocidade, cai a precisão do passe e sobe o risco de lesão. É por isso que o desempenho despenca no segundo tempo em quem chega mal alimentado no jogo.
O jogo e o treino de força quebram fibra muscular. A proteína bem distribuída no dia sustenta a recuperação e ajuda a manter a massa magra ao longo de uma temporada inteira.
Treino em campo aberto, calor e suor pesado mudam a necessidade de água e de sal. Desidratação de pouca coisa já derruba a performance e a concentração.
Perder gordura mantendo a massa magra é diferente de simplesmente perder peso. No futebol, emagrecer errado custa velocidade e força no salto.
O dia de jogo tem uma lógica própria, e ela se ensaia nos treinos. Nada de estrear alimento novo na véspera de uma decisão. Detalhei os números de cada etapa no post sobre alimentação para jogador de futebol.
Refeição rica em carboidrato de 3 a 4 horas antes, com pouca gordura e pouca fibra para não pesar o estômago. Mais perto da bola rolar, algo leve e de digestão rápida.
Quinze minutos dão para repor líquido e um pouco de carboidrato de absorção rápida. É o que segura o pique no segundo tempo, quando a maioria dos gols acontece.
A recuperação começa na primeira hora. Carboidrato para repor o que foi gasto e proteína para a musculatura, principalmente quando tem outro jogo em poucos dias.

Me chama no WhatsApp, a gente conversa sobre a sua rotina de treino e o seu calendário, e marca a sua primeira consulta. Presencial na Barra da Tijuca ou online.
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